Segundo publicações que repercutiram o caso, o processo ético contra o profissional foi arquivado pelo Conselho Regional de Odontologia de Santa Catarina, após o entendimento de que ele não cometeu nenhuma infração ética. Antes disso, para evitar novas interpretações sobre atendimento gratuito, Guilherme passou a cobrar o valor simbólico de R$ 1 pelos procedimentos, mantendo o objetivo de continuar ajudando quem mais precisava.
O caso gerou debate porque o Código de Ética Odontológica impõe limites à divulgação e oferta de serviços gratuitos. Por outro lado, a história também levantou uma discussão importante: até que ponto uma regra profissional deve impedir ações solidárias voltadas a pessoas que jamais teriam acesso a tratamentos tão caros?
