Recente levantamento revelou que os recursos financeiros provenientes do exterior para a proteção da Amazônia são três vezes maiores do que o montante que o Parlamento brasileiro destina oficialmente ao conjunto de políticas ambientais em todo o país.
O dado evidencia um desequilíbrio: enquanto a atenção internacional e o aporte externo para a Amazônia alcançam valores expressivos, o investimento doméstico federal em meio-ambiente aparece muito menor do que seria esperado, em termos relativos à dimensão das responsabilidades e desafios brasileiros.
Esse contraste levanta questões importantes: sobre soberania, necessidade de fortalecimento interno das políticas ambientais, transparência no uso dos recursos e melhor-alinhamento entre execução e compromisso público-federal com o meio ambiente.
