O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, discursou nesta segunda-feira (13) por mais de uma hora no Knesset, o Parlamento de Israel, após a libertação de 20 reféns israelenses pelo Hamas e o início da soltura de mais de 1.700 prisioneiros palestinos em Israel. Trump descreveu o momento como um “amanhecer histórico de um novo Oriente Médio” e destacou que o acordo de cessar-fogo foi possível graças à pressão internacional, incluindo o apoio de países árabes e muçulmanos.
Durante o discurso, Trump elogiou o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, expressando gratidão pela parceria que contribuiu para tornar o dia memorável possível. Ele também agradeceu ao mundo árabe e muçulmano por se unirem para pressionar o Hamas a libertar os reféns, mencionando que tiveram ajuda de pessoas de quem se suspeitaria. Além disso, Trump reconheceu o enviado estrangeiro Steve Witkoff como um ótimo negociador.
O presidente americano também afirmou que o acordo de cessar-fogo entre Israel e Hamas não teria sido possível sem o bombardeio das instalações nucleares iranianas pelos Estados Unidos, acrescentando que acredita que o Irã está pronto para fechar seu próprio acordo.
Durante o discurso, dois membros do Knesset foram retirados do plenário após interromperem a fala de Trump, segurando uma placa com os dizeres “Reconheçam a Palestina”.
Trump concluiu sua fala dizendo: “Vamos construir um legado do qual todos os povos desta região possam se orgulhar”.
