Segundo o Diário do Comércio, embora a polarização entre extremos continue presente, uma grande parte da população se declara independente e pode ser decisiva nas próximas eleições. O futuro político do país dependerá mais de projetos concretos e de agendas voltadas à economia, saúde, educação e segurança do que de disputas ideológicas. A participação ativa da sociedade civil e a capacidade de diálogo com o centro político serão determinantes para moldar os rumos do Brasil.
