Investigações apontam que o governador afastado do Tocantins, Wanderlei Barbosa, e a primeira-dama utilizaram um jato contratado com recursos públicos para realizar viagens de lazer. O custo de uma dessas viagens teria ultrapassado R$ 140 mil, valor pago pelo governo estadual.
De acordo com o levantamento, o avião era usado com frequência para deslocamentos sem vínculo com compromissos oficiais, levantando suspeitas de uso indevido de dinheiro público. A Procuradoria-Geral da República solicitou o afastamento do governador, medida que foi acatada pelo Superior Tribunal de Justiça para permitir a continuidade das investigações.
As apurações fazem parte de uma operação que investiga possíveis irregularidades em contratos do governo do Tocantins. Wanderlei Barbosa nega as acusações e afirma que as viagens tinham caráter institucional. O caso segue em análise pelas autoridades competentes.
