O furacão Melissa alcançou categoria 5, a mais alta na escala Saffir-Simpson, devido à combinação de temperaturas elevadas no oceano, alta umidade e baixa resistência dos ventos em níveis superiores da atmosfera. Essas condições permitiram que o sistema ganhasse força rapidamente, gerando ventos acima de 250 km/h e ondas gigantes. Além disso, a trajetória prolongada sobre águas quentes intensificou ainda mais sua potência, tornando-o um dos furacões mais destrutivos já registrados no Atlântico.
