A reportagem destaca que, na COP30, o Brasil passou a tratar a Amazônia com uma visão altamente idealizada, quase mística. Em vez de lidar com os problemas reais como desigualdade, desmatamento e exploração de recursos, o discurso se concentrou em imagens grandiosas e folclóricas, o que pode distorcer a complexidade da floresta.
A coluna também aponta que esse tipo de narrativa serve para reforçar a autoimagem nacional (ufanismo) mais do que para gerar políticas efetivas de proteção, inserindo a Amazônia no papel simbólico de “coração do mundo” sem resolver os desafios concretos enfrentados pelas populações que vivem lá.
