O Brasil inaugurou, no âmbito da COP30 em Belém (PA), um diálogo ministerial de alto nível que marca o início do primeiro ciclo da “estrutura de transparência aprimorada” prevista no Acordo de Paris. A iniciativa integra a submissão dos primeiros Relatórios Bienais de Transparência (BTRs) e os inventários nacionais de gases de efeito estufa (GEE), que passam por revisão técnica internacional e revisões entre pares.
Segundo o governo, o ciclo tem papel central para apoiar a definição de políticas nacionais mais eficazes de mitigação, adaptação e financiamento climático, além de fortalecer a interface entre ciência e política pública.
Se quiser, posso levantar os principais desafios do Brasil para cumprir essa estrutura de transparência ou os próximos marcos previstos.
