O Amapá está concentrando suas esperanças no potencial de exploração de petróleo na Bacia da Foz do Amazonas, uma região estratégica onde as águas do Rio Amazonas encontram o Oceano Atlântico. Considerada uma das últimas fronteiras fósseis do Brasil, essa área desperta comparações com as recentes descobertas na Guiana e no Suriname, que transformaram esses países em potências petrolíferas emergentes.
Atualmente, a Petrobras está conduzindo uma campanha exploratória na Margem Equatorial, com investimentos estimados em US$ 3 bilhões entre 2025 e 2028. O início da exploração comercial está previsto para 2030, caso os estudos confirmem a viabilidade econômica do petróleo na região.
Em Oiapoque, cidade amapaense próxima à área de exploração, observa-se um movimento crescente de pessoas atraídas pelas perspectivas econômicas associadas ao petróleo. A presença da Petrobras já está gerando impactos positivos, como o aumento da ocupação hoteleira e a movimentação no comércio local. O governador Clécio Luís destacou que a chegada da Petrobras está trazendo uma movimentação econômica significativa, com hotéis lotados e o mundo todo voltando os olhos para o Amapá devido ao petróleo.
