
Primeira vereadora eleita da causa animal em Palmas, MaryCats (Podemos) vem usando o capital técnico e a militância de proteção para transformar bandeira em política pública. Do currículo robusto (MBA FGV/Ohio, mestrado na UnB e doutorado na UFT) ao gabinete, a parlamentar consolida uma marca propositiva, e escolhe o Dia do Médico-Veterinário (9/9) como vitrine para reforçar o papel desses profissionais na saúde pública e no bem-estar animal.  
Nas últimas ações, MaryCats protocolou requerimento para implantação de intérprete de Libras na Casa da Mulher Brasileira, garantindo acolhimento a mulheres surdas em situação de violência, iniciativa que cruza inclusão e política de proteção às vítimas. A medida foi formalizada por ofício do gabinete e repercutiu na imprensa local.   
No eixo estritamente animal, o mandato acelerou uma trilha de projetos: Educação de Bem-Estar Animal como tema transversal nas escolas; instituição do “Abril Laranja” contra maus-tratos; ação de captura-esterilização-devolução (CED) para felinos no Morada do Sol; e pacote de melhorias na Praia da Graciosa (segurança, banheiros, transporte na madrugada e placas contra abandono). Em comum, todas as medidas exigem cooperação com universidades, ONGs e, especialmente hoje, médicos-veterinários, pela interface com castração, zoonoses e educação humanitária. 
A agenda regulatória inclui ainda proposta de microchipagem de cães de potencial agressividade, para responsabilização de tutores e prevenção de ataques, mais um ponto de contato com a categoria veterinária. Em um 9 de setembro que lembra o decreto de 1933 que oficializou a profissão, o recado político é claro: fortalecer a medicina veterinária é acelerar políticas públicas eficazes para pessoas e animais na capital.
