O debate sobre o fim da escala 6×1 no Brasil tem gerado projeções divergentes entre economistas, empresários e pesquisadores. Enquanto entidades empresariais apontam risco de queda no PIB, aumento de custos e possível pressão inflacionária, estudos de instituições como Ipea e Unicamp indicam impactos econômicos mais moderados, com potencial geração de empregos, melhora na qualidade de vida dos trabalhadores e possível estímulo ao consumo. A discussão envolve não apenas aspectos econômicos, mas também questões sociais, produtividade e distribuição de renda.
