A servidora da Secretaria de Segurança Pública do Tocantins (SSP-TO), que ocupava o cargo de Gerente de Desenvolvimento de Políticas de Segurança, foi exonerada dois dias após participar de uma paralisação da categoria. O Sindicato dos Policiais Civis do Tocantins (Sinpol-TO) classificou a demissão como “perseguição política” e “ato antissindical”, alegando que não houve justificativa formal para a medida. A entidade também afirma que a exoneração ocorreu de forma abrupta e sem conhecimento da chefia imediata, o que teria violado o direito de mobilização dos policiais civis.
