Durante a audiência de custódia, Jair Bolsonaro afirmou que teve uma “certa paranoia” motivada por medicamentos (Pregabalina e Sertralina) e que, sob efeito deles, acreditou que havia escutas na tornozeleira eletrônica. Segundo ele, isso levou ao uso de um ferro de solda, mas ele disse que “caiu na razão” e parou, além de garantir que não tinha intenção de fugir. A juíza responsável homologou a prisão preventiva, mantendo Bolsonaro detido.
