O Ministério Público do Tocantins investiga se o Banco de Brasília (BRB) recebeu tratamento privilegiado para antecipar créditos de servidores estaduais referentes a passivos retroativos. A suspeita é que o banco tenha feito antecipações sem autorização formal dos servidores, transformando esses créditos em empréstimos consignados. Além disso, o BRB estaria negativando servidores no Serasa por débitos que não teriam sido aprovados por eles, o que pode configurar ilegalidade e gerar um prejuízo estimado em R$ 1 bilhão.
