O advogado-geral da União, Jorge Messias, é o principal cotado para ocupar a vaga que será aberta no Supremo Tribunal Federal com a aposentadoria do ministro Edson Fachin. Com 45 anos, Messias poderá permanecer na Corte por até três décadas, já que a aposentadoria compulsória ocorre aos 75 anos.
A possível nomeação reforça a tendência recente de indicações de ministros mais jovens ao STF, o que garante maior longevidade e estabilidade na composição do tribunal. Caso essa prática continue, a estrutura do Supremo poderá permanecer praticamente inalterada por pelo menos uma década, mesmo após novas aposentadorias.
A escolha de um nome mais jovem também representa uma estratégia política de longo prazo, já que as decisões e posicionamentos de um ministro têm potencial de influenciar gerações no campo jurídico e institucional do país.
