Após a rejeição da Medida Provisória do IOF, o governo Lula iniciou uma retaliação mais dura contra o Centrão. A ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, recebeu autorização para “reorganizar” nomes e cargos que pertencem a partidos que votaram contra o governo.
Parte da ofensiva se deu na Caixa Econômica Federal, onde 11 das 12 vice-presidências estão sob revisão, afetando indicações de PP, PSD, PL, MDB e outros partidos que romperam com o governo na votação.
A estratégia sugere que o governo quer reforçar disciplina interna, demonstrar que derrotas políticas terão consequências e recalibrar alianças antes dos desafios eleitorais de 2026.
