Segundo Mendes, a medida teria como objetivo preservar a soberania nacional e garantir que decisões políticas ou judiciais internas não sejam alvo de pressões externas. A ideia também contemplaria a proteção de instituições e entidades que possam ser afetadas indiretamente, como bancos e prestadores de serviços ligados a autoridades sancionadas.
O debate sobre o tema vem ganhando espaço entre os Três Poderes, que discutem mecanismos para evitar impactos negativos ao Brasil em razão de medidas internacionais unilaterais.
